sexta-feira, 1 de junho de 2012

as crianças e a Liberdade

Nunca o Homem é tão livre como quando ainda é criança. Por isso, neste Dia da Criança, penso que vai bem o poema Liberdade de Fernando Pessoa:

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D. Sebastião, 
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

O mais do que isto
É Jesus Cristo, 
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
Fernando Pessoa

sexta-feira, 11 de maio de 2012

a beleza da simplicidade!


                                                                                                             
 sem complexos, à beira da estrada



                                                                                      a alegrar a ida ao viandante...



                                                                                                        
 um grito vermelho de sangue e de vida


 a beleza da simplicidade!

sábado, 7 de abril de 2012

Cristo ressuscitou! Aleluia!




"Cristo Ressuscitou, venceu a morte.
o Seu corpo se envolve em luz divina.
eis o sol da esperança, eis o Deus forte
que nos liberta e que nos ilumina!

A nova criação hoje começa.
jamais triunfará o vil pecado.
o Senhor nos cumpriu sua promessa
no sangue do Cordeiro imaculado." 


Páscoa Feliz para todos!


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

outras andanças: Museu do Côa

 a paisagem: absolutamente soberba!  Foz Côa



um belo e muito bem sucedido "casamento" da obra com o meio




 (duas imagens só para aguçar o apetite)



















uma obseravção final:
sem dúvida, no seu conjunto, uma das obras mais belas e acertadas que conheço.
do melhor que se fez em Portugal em todos os tempos!