e agora???
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
um outro marco da nossa terra...
no termo de Tortomil, a caminho de Fiães.
e no meio duma lavrada com alguns castanheiros pequenos
o que marca o marco?!
e aquela Cruz de Cristo ali gravada?!
mistério!!! mais um...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
cousas interessantes: giestas com o coração vermelho
há tempos, no contexto da preparação do Auto da Paixão ( a apresentar em 18 de Agosto à noite), foi necessário limpar um terreno adjacente ao Santuário do Senhor dos Milagres.
das muitas giestas ali cortadas, surgiu uma com o coração vermelho. vermelho de sangue mesmo.
é caso para dizer: ele há cousas!...
das muitas giestas ali cortadas, surgiu uma com o coração vermelho. vermelho de sangue mesmo.
é caso para dizer: ele há cousas!...
segunda-feira, 9 de maio de 2011
a cabana do pastor...
ha dias, passando por um certo caminho ladeado de terrenos agrícolas e lameiros,
deparei-me com uma invenção extraordinária:
o pastor, decerto já farto de sofrer as imtempéries e inclemências do tempo, resolveu fazer uma cabana.
ou antes, uma cobertura apenas. bem original, por sinal.
pobre do carocha que ficou sem ela!...
é bem caso para dizer que, este sim, começou a contruir a casa pelo telhado!
sábado, 30 de abril de 2011
porta II
mais uma vez uma porta
simples e bela.
em Vilartão.
a beleza permanente da simplicidade
e, mais uma vez também, a chave na porta, esquecida...
ou a nossa franqueza trasmontana...
como sempre!
lembrou-me de colocar também e a propósito uns versos do poeta António Sardinha
cantados pelo Frei Hermano da Câmara:
Versos do trinco da porta,
- Louvado seja o Senhor!
A casa é Deus quem a guarda,
Ninguém a guarda melhor!
Batem os pobres à porta,
- Batem com ar de humildade.
"Eu sei que é pouco irmãozinho!
É pouco, mas de vontade!"
Quem é que a porta abriria,
Com modos de atrevimento?
São coisas da miudagem!
Não foi ninguém, - é o vento!
Mexem no trinco da porta.
- "Levante, faça favor!"
A entrada nunca se nega
Seja a visita quem for!
Não vês a porta batendo?
Que aragem essa que corta!
Em toda a volta do dia,
Não pára o trinco da porta!
Trinco da porta caindo
Sobre a partida de alguém...
Oh, quantos vão e não voltam?!
São os que a morte lá tem!
(António Sardinha. In Quando as Nascentes Despertam)
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