o rio não se vê. nem faz falta...
vê-se a majestade dos montes sempre quietos e soberanos...
a luz e as sombras duma terra rica e cheia de misérias...
mas assombrosa de beleza...
e a azinheira a tombar-se. a inclinar-se. a debruçar-se para espreitar...
mas não cai...



